quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Hj sonhei uma coisa estranha...

No começo do sonho, eu, assim como outras pessoas (que não sei quem são) estavamos como mortos vivos, uns querendo matar os outros, numa luta sem fim...
Quando vi que tinha crianças, nessa busca desesperada pela morte, me liguei que não deveria ser daquele jeito... Me escondi, e consegui salvar as crianças da matança...
Com mais uma pessoa (um homem) conseguimos salvar umas 7 crianças, todas com idade entre 4 e 5 anos de idade. Foi como se só o fato de descobrirmos que estavamos fazendo errado já nos salvasse.
Esse homem conseguiu uma casa para que morassemos, e cuidassemos das crianças que não tinham onde ficar, nem pais que cuidassem delas.
A casa era enorme, e com muitos quartos, para que ficassemos muito bem acomodados. Um dos meninos me chamou a atenção, quando vi que ele se dirigia para a varanda de um dos quartos, pedi para que ele não se aproximasse muito, com medo de que ele caisse. Ele parecia triste, conversei com ele sobre algumas coisas, acho que ele estava triste por não ter uma família.
Expliquei que agora, eu e o homem (que não sei o nome) seriamos sua família, e que ele poderia contar conosco para tudo. Ele era uma criança doce e muito concordata. Ele veio no meu colo, e como era tarde ele dormiu no meu colo.
Assim começava nossa família.

Muito estranho esses sonhos que nos contam tantas coisas, e ao mesmo tempo parecem não significar nada...

No sonho, depois de um tempo, apareceu mais um casal que estava nos ajudando de cuidar de todas aquelas pequenas pessoas, que precisavam tanto de ajuda.
O problema era que aqueles que tinhamos deixado para traz no sonho (os monstros da matança), tambem se transformaram em pessoas e queriam nos prejudicar, queriam as crianças novamente.
Isso quer dizer que sempre estavamos atentos, esperando por algo que nos viesse fazer mal.

Foi um sonho estranho, mas não um sonho ruim, principalmente a parte do menininho dormindo nos meus braços, apegado a mim, como se fossemos mãe e filho.
Mesmo com o medo daqueles que nos queriam fazer mal, senti como se estivesse fazendo a coisa certa, como se fosse pra isso que eu tivesse nascido.

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